O Cabo Negro

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E alguns poucos mais antes de mim, há menos tempo, mais recentemente, se é que tal viram. Era perigosa a descida, diziam. Mas há caminhos mais simples e menos abruptos. É preciso sabê-los. E saber ir em Paz.

Uma rocha única, uma obra natural, desconhecida como "arte" por África e pelo Mundo. Um ornamento natural para a História de Angola. Um monumento eterno.

É realmente um espectáculo, observar-se tanta simplicidade e tanta nobreza, trabalho imponente criado pela Mãe Natureza, esculpindo com o mar, com o vento e com as areias, nas marés calmas ou no mar irado, um símbolo tão belo, como que elevando o Homem acima do Mar e do Tempo.


Escrito aos 23 de Agosto de 2003, em Luanda.





O Padrão Original (1485) e o de 1892





Reportagem Fotográfica da Visita ao Cabo Negro

Julho de 2003



Paisagem do Cabo Negro



Registos da Destruição do Padrão de 1892



O Busto de Diogo Cão


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