A Cidade Mãe
e a sua Província
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Lobito ou antes Lubito com U é o nome da cidade de Angola que tem sido considerada como a sala
de visitas desta Província mas que é antes a Porta de Acesso ao Interior do Planalto Central
através desse corredor onde se encontra estabelecido o Caminho de Ferro de Benguela. Por outro
lado, por vezes, até tem sido chamada a cidade sem história, mas parece não ser assim dado que o
seu nome encerra uma raiz etimológica com um significado linguístico quase universal.
Mas ainda, também à semelhança do que se verificou mais para o sul, ou seja na região de
Moçâmedes, através da qual se efectuava desde a mais remota antiguidade o acesso às alturas da
Chela, ou seja da Hu-ila, com o significado de para-cima, atravessando a bacia
fluvial do Giraúl, que, na expressão local, é apresentado como Njila-H’ulo, que traduz o
significado do caminho do céu, ou das regiões muito elevadas.
O acesso a estas alturas, através da bacia do Giraúl, era o único caminho acessível às altas
regiões da Chela, dada a aridez semi-desértica dos contrafortes desta serra, os quais são uma
extensão norte das formações do Iona.
Várias são as opiniões sobre a etimologia do nome que deu origem à cidade do Lobito, dado que
até 1920 se escrevia Lubito e que julgamos mais de acordo com a sua verdadeira origem.
Assim, tendo sido atribuída a sua origem ao étimo PITO , com o significado na língua
Bunda de porta ou passagem ou entrada, mas isto nesta língua é expresso pelo termo EPITO. Ou ainda com a expressão OLOPITO com o significado de passagem difícil ou proibida ou ainda que não se pode passar, como é expresso pelos termos OLUPITO, LUHAPITA.
O que, de certo modo, estaria em relação com a história recente da região do Lobito e aplicável
aos tempos em que os traficantes e negreiros procuravam esta “porta” para a saída clandestina
das mercadorias fiscalizadas, as quais só tinham livre trânsito em Benguela e na Catumbela.
Mas convém frisar que os povos naturais africanos sempre aplicaram uma toponímia, nas diferentes
regiões, de acordo com as suas condições de vida naturais, os seus recursos ou a predominância
de quaisquer factores ou elementos, tanto espontâneos, como tradicionais, ali existentes.
Assim, quem conhece a maneira de expressão dos povos desta Província, verifica que resta uma
relação nítida entre os nomes aplicados e as condições topológicas e tradicionais das várias
regiões.
Por isso mesmo, não podemos deixar de reconhecer a necessidade de não alterar os nomes de várias
regiões, dado que eles encerram curiosas e valiosíssimas tradições tanto históricas como
etnológicas, como ainda, por vezes, até condições económicas que, por esta razão, não devem ser
destruídas.
Deste modo, por exemplo, é sempre aplicado o antigo prefixo LU, em todas as regiões onde
se verifica a presença das águas, alagamentos, ilhas, braços de rios, etc., como nos nomes das
regiões de LU-ANDA, LU-CHASES, LU-NDA, LU-ENA, LU-IANA,
LU-CALA, LU-FICO, etc.. Este prefixo é quase sempre seguido da estilização ou
simplificação ortográfica do significado complementar das características da região.
Assim, para o caso do Lobito, o respectivo nome seria de atribuir ao prefixo LU e ao
étimo EPITO, que depois de comprimido deu Lu-pito, com o significado de porta de
mar ou acesso a acolhedor para quem vem do mar, expressando bem as condições topológicas da sua
magnífica baía sempre protegida e acolhedora.
Note-se contudo que este prefixo LU foi primitivamente uma das formas do plural nas
línguas Bantas, mas sempre usado nos nomes das regiões alagadas ou das bacias dos rios e de
preferência na formação dos substantivos relacionados com essas condições topológicas.
Do mesmo modo poderemos aplicar esta regra para definir o étimo que deu origem ao nome de Luanda
ou seja LU-ANDO, primitivo nome da ilha de Luanda, onde aparece este prefixo exprimindo
as condições topológicas da restinga rodeada pelo mar e mais o étimo comprimido ANDO
referente a NDANDU, ou ainda: LU (ND) ANDU == LU-ANDU e que depois de
aportuguesado no feminino, por ser ilha, deu Luanda.
Ora NDANDU tem o significado de mercadorias, valores, objectos de comércio alusivo aos
rendimentos retirados desta ilha, tanto de peixe pescado e depois vendido para o interior como
ainda pelos pequenos búzios (CAURIS) ali colhidos e que constituíam a moeda corrente no
antigo Reino do Congo e em todo o interior do continente africano. Estes cauris eram
normalmente conhecidos com o nome de NJIMBO ou ZIMBO.
Por aqui vemos que os povos ambundos desta Província moldavam a pronúncia da toponímia das
várias regiões ao seu modo de falar, eliminando alguns sons sempre que estes não alterassem o
significado e o sentido do vocábulo restante. Com esta supressão e adição do respectivo
prefixo característico tornam a respectiva toponímia simples, expressiva e completa em relação
às condições locais.
Mas agora que já fazemos uma ideia acerca da origem do étimo donde nasceu o nome da cidade do
Lobito, para verificarmos a universalidade deste étimo, sempre com o mesmo significado, vamos
dar um salto, atravessando o Oceano Atlântico e o continente sul-americano até à Polinésia
Oriental, para atingirmos o Umbigo do Mundo, também conhecido como a Ilha da Páscoa.
Esta ilha tem, além disso, outra designação, a de RAPA NUI, que se pode escrever ainda
RAPA(E) NUI e que antigamente devia ser RAPA (ELUI), com o significado de
RAPA - grande – visto se diferençar de outra ilha mais pequena situada a grande
distância, a oeste da Ilha da Páscoa, e já relativamente próxima do continente australiano.
Esta ilha mais pequena é conhecida por RAPA-ITI ou RAPA (TITI), com o significado
de RAPA – pequena.
É interessante acusar que tanto o termo ELUI, correspondente a grande, como o termo
TITI - pequeno – apresentam uma identidade de significado com termos idênticos existentes
nas línguas Bundas. Assim, ELUI será o equivalente a ILU - céu, alturas, grande,
divino, o termo TITI, ao existente nesta mesma língua, com o significado de estreito,
pequeno, delgado.
Sem dúvida, estas mesmas raízes têm relação com as línguas peruanas das regiões elevadas dos
Andes, cuja cultura emigra da América para a Polinésia Ocidental conforme nos descreve Thor
Heyerdahl, tanto na sua obra AKU-AKU ( segredo da Ilha da Páscoa), como na expedição da
KON-TIKI.
Segundo este autor, os naturais da Ilha da Páscoa sempre conheceram esta ilha, através das suas
lendas muito antigas com a designação de T (E) PITO O TE (H) ENUA, com o significado de
Umbigo do Mundo, ou seja, a porta de entrada do mundo, ou ainda a cavidade, Órbita que vê o Céu,
ou ainda como a fronteira do Céu. Portanto até perdido nos longínquos mares do Pacífico vamos
encontrar na Ilha da Páscoa o étimo PITO, com significado de entrada, passagem, porta,
cavidade e até de umbigo, com o sentido de região central, idêntico ao significado da raiz Bunda
(africana).
Mas, para vermos que não se trata de uma coincidência aleatória, encontramos também o termo
ENUA equivalente a ELUA ou ELU ou ILU, com o significado de elevado,
supremo, céu e até de divino, conforme é frequente toponímia de Angola, e como já referimos em
NJILA – (H)ULO e que, como dissemos, tem o significado de Caminho do Céu. Ou ainda em
TCHITUNDO – (H)ULO, no Deserto de Moçâmedes, com o significado de Monte de Deus, onde
existem curiosas gravuras rupestres.
Este étimo ILO ou ULO corresponde ao equivalente semita EL, que depois deu
origem aos étimos ILU ou ALA, usual nas línguas Semitas, Camitas e Bundas,
aparecendo mesmo até nas línguas Indo-Europeia, como por exemplo, em CO-ELU, em latim
céu, cielo em espanhol, ciel em francês e celeste em português.
Mas este significado de Umbigo do Mundo ou Umbigo do Céu, segundo a expressão polinésia, de
origem linguística Malaia, será antes MATA-KITE-RANI, expressão pela qual é conhecida a
Ilha da Páscoa, que neste dialecto tem o significado de o Olho de onde nasce o Céu ou o Mundo,
com o mesmo significado de umbigo do mundo, por vezes simplificado pela expressão de
MATA-RANI.
Ora, analisando o dialecto Malaio, o étimo MATA tem o significado de olho, órbita,
centro, etc.. O étimo RANI é uma deformação alterada do étimo malaio LA’NIT,
com o significado de Supremo, Divino, Céu. Mas é interessante frisar a identidade entre o
termo KITE, de origem malaia, que faz parte do nome atribuído à Ilha de Páscoa, o qual,
com o significado de nascer, dar à luz, tem na língua Bunda o equivalente de KITA, com
o mesmo significado de nascer, dar à luz.
E ainda mais surpreendidos ficamos quando verificamos que na costa do Perú existe um
antiquíssima vila com o nome de MATA-RANI cujo significado é idêntico ao da língua
Malaia, Olho do Céu, e a qual se encontra situada um pouco abaixo do paralelo 16.
Mas depois do que já observámos, não nos podemos surpreender ao encontrar na costa norte do Perú
uma vila com o nome de LOBITOS e até em plenos Andes Bolivianos uma pequena cidade
situada a mais de 3.000 metros, com o nome de Berenguela.
Também com a denominação de Umbigo do Mundo existe no Perú, na região andina, uma montanha
sagrada junto do tradicional Lago Titicaca, perto da qual passa a estrada que dá acesso às
ruínas da cidade proto-histórica de Tiahuanaco. A região é habitada pelos povos de línguas
Quichua e Aimara.
Estas ruínas famosas pelos monumentos ali encontrados, entre os quais se destaca um monolito, a
que é atribuído o nome de Porta do Sol, pertence a uma cultura anterior à ocupação do povo Inca,
com características étnicas e culturais diferentes da deste.
Assim, quando se chega à estação de caminho de ferro que serve as ruínas de Tihuanaco,
encontra-se a seguinte tabuleta: “Tihuanaco – km 21 – Altura 3.825 metros – Forjador de
Civilizações”.
Esta antiga cidade, distante da capital da Bolívia – La Paz, cerca de 90 quilómetros, é
conhecida como o berço da civilização americana.
Segundo uma lenda aimara, pode-se fazer ideia da sua antiguidade pelo que esta diz: “Antes que
as estrelas brilhassem no firmamento, já Tihuanaco existia.”
Em primeiro lugar, diremos que a palavra “quichua”, que tem o significado de cume ou região
montanhosa ou alturas, é o nome dado quer à língua falada ou aos povos que habitam a região
cimeira andina, isto é, a região onde o Deus-Sol nasce sobre as montanhas. Mas ainda vamos
encontrar na língua Bunda o termo QUI-ZUA, com o significado também de dia, cume de serra
ou lugar onde se vê nascer o sol sobre as montanhas. Do mesmo modo, no dialecto Suahili, da
costa oriental africana, temos o termos QUICHUA, com o significado de cabeça ou cume ou
topo.
Em quichua, o Deus-Sol tem a designação de INTI. Na língua Bunda, o Sol é expresso pelo
termo Kumbi == KU – IMBI. No dialecto Ganguela, o Sol é IMBI o que, sem dúvida,
tem identidade com o INTI - Americano.
Analisando melhor este étimo QUI-ZUA, eliminando o prefixo do substantivo, ficará apenas
ZUA, que podemos assimilar às raízes indo-europeias JUA, que deu nas línguas
latinas JOUR, JORNO, GIORNO e até JORNAL em português.
Mas voltemos de novo, ao nome da antiga cidade de Tiahuanaco, com o significado segundo a
tradição, de Criação do Mundo ou, como dissemos, de Umbigo do Mundo. Este nome,
TIA-HUANACO, tem na língua Bunda os étimos equivalentes: TIA, com o significado
de luz, claridade, dia; e H’UANECA com o significado de berço, nascença, criação.
Segundo a interpretação bunda, seria o “nascimento da luz”, que podemos interpretar
evidentemente por Nascimento do Mundo.
Não são, porém, só estas equivalências que podiam ser tomadas como coincidências, mas antes
podemos afirmar que existe certa identidade entre os termos das línguas Americanas e as línguas
Bunda e Semita.
Assim, por exemplo, COLLA, o fruto sagrado, da árvore conhecida por colleira, de
origem sul-americana, e que serve como alimento estimulante, tem um outro étimo equivalente,
KOLA, com o mesmo significado de sagrado, na língua Bunda.
Mas até o próprio nome de PERU, que por vezes se escreveu PIRU ou BIRU,
referindo-se à região alcantilada andina, parece ter um equivalente na língua Bunda, com o
termo KU-ILU, que por vezes também se pronuncia PIRU, com o significado de elevar,
levantar, empurrar, para cima, para o ar.
Voltando ao étimo que deu origem a estas nossas divagações, vejamos a sua relação com a capital
do Equador, quem tem actualmente o nome de QUITO. Toda a região andina ao sul desta
capital é fortemente acidentada, com vales profundos e cuja dificuldade de aproveitamento das
encostas tem que ser suprida pelos trabalhos de terraceamento.
Ali restam os fundos dos vales, onde as chuvas torrenciais impedem o seu aproveitamento.
Deste modo, só para o norte desta capital é que se verifica a transição dos alcantilados dos
Andes para os extensos e férteis planaltos do norte do Equador e da Colômbia, pelo que esta
cidade tem a tradição de ser a Porta de Acesso a essas exuberantes regiões planálticas
equatoriais.
Assim, o seu verdadeiro nome QUITO igual a KITO é a tradução do étimo PITO
com o significado universal de Porta, Acesso ou Passagem.
Ainda sobre este étimo PITO, vamos encontrar o equivalente na língua Malaia, com a forma
PINTU, com o significado também de porta, passagem ou vedação. No dialecto Suahili,
existe a raiz PITO, com o mesmo significado e identicamente, PITA como raiz do
verbo passar.
Continuando, agora encontramos no dialecto Urdu das línguas industânicas, a raiz
P (H) ATAK, com o mesmo significado.
Quanto às línguas europeias, vamos encontrar nas línguas anglo-saxónicas a raiz PIT,
referente a caverna, buraco, passagem apertada.
Nas línguas latinas, encontramos em português o termo PITO referente a cachimbo e
PITADA, referente à porção de rapé que se colocava na cavidade nasal e até por vezes na
gíria popular a palavra PITO, referente a determinada parte do corpo feminino que, pela
sua função, é também passagem que tem de ser forçada.
Ainda a palavra APITO, que é realmente um objecto onde o ar forçado através de um
orifício produz um determinado som. Em espanhol, o apito é expresso por PITO.
Em grego, vamos encontrar também a raiz PITOS como depósito, pipa, tina, banheiro ou
vaso, tudo quanto tenha uma abertura para receber qualquer líquido ou outro material.
Ainda referindo-nos ao povo grego e à sua mitologia, vamos encontrar nas encostas do Monte
Parnaso o lugar de Delfos, que era considerado por estes como o Centro do Mundo, ou seja, o
seu Umbigo do Mundo.
Era ali, que no ambiente misterioso de uma caverna, estava estabelecido um santuário
fundamental, onde se obtinham os oráculos de Apolo, proferidos pelas sacerdotisas conhecidas
pela designação de PITIAS ou PITONISAS, onde, estas mergulhadas num vapor ou
gazes emanados dessa caverna profunda, respondiam às perguntas que lhes eram feitas.
Assim, este santuário dedicado a Apolo, era-lhe atribuído por ter morto a serpente mitológica
PITON, que habitava nestas cavernas do Monte Parnaso. O próprio Apolo era conhecido
pelo nome de PITIENSE. Portanto, em resumo, podemos dizer que a raiz PITO está
relacionada com o significado de caverna, abismo ou abertura profunda, tanto na rocha como no
solo, através das quais se exalam vapores ou gazes, com o significado de certo modo paralelo ao
de APITO
Nas línguas semitas, vamos encontrar em hebraico o termo P (H) ÊTÂH, com significado
equivalente ao étimo PITO de abertura, passagem.
Ainda acerca do Umbigo do Mundo, vejamos o que diz a Bíblia, em Ezequiel 38:12, no respectivo
versículo:
“Um povo, que foi congregado do meio das gentes, que começou a estar de posse, e a ser
habitador do Umbigo da Terra.”
Não há duvida que esta expressão é bem significativa e refere-se, para cada povo, que possui
uma cultura, a noção da sua superioridade em relação aos outros mais atrazados.
Do mesmo modo, a Bíblia expressa essa noção atribuída ao povo hebreu, quando se refere nesse
versículo à profecia contra GOG, que significa os povos vizinhos menos cultos.
Também na Bíblia, em Êxodo 1:11, se diz que os israelitas edificaram para o Faraó as cidades
das tentas PITON e RAMESSES.
Nesta cidade de PITON, os israelitas sofreram odiosa escravidão, pelo que ali era o local de
entrada no delta do Rio Nilo, para quem viesse do Oriente. Ao norte, estava o prolongamento
do Deserto de Negev e para o sul estava o Mar dos Canaviais, com os seus extensos pântanos que
ligam com o Mar Vermelho.
Portanto, não há dúvida que a cidade de PITON era uma porta de fronteira, de entrada no Egipto,
e que traduzida na língua Nilótica, tem a forma PERATUM, que aparece em hieróglifos da
época.
Por último, vamos encontrar o étimo PITO no nome de um navegador marselhês que,
perfurando a vigilância dos cartagineses, conseguiu passar as portas do Estreito de Gibraltar,
dirigindo-se ao norte da Europa, na procura do caminho do estanho, cujo monopólio estava
centralizado pelos fenícios, em Cadiz.
Este caso deu-se no século III a.C. E este navegador percorreu a Bretanha, a Cornualha, o
Círculo Polar, na costa norte da Noruega onde, como referiu, “o Sol apenas se ocultava uma
ou duas horas por noite.” Pelo facto de ter conseguido forçar a porta do Estreito de
Gibraltar, foi-lhe atribuído o cognome de PITEAS.
Atravez desta divagação, ficou demonstrada a universalidade do étimo que deu origem à Cidade
do Lobito, mostrando, ao mesmo tempo, um conceito generalizado linguístico, quase universal,
cujo significado e verdadeiro sentindo não podemos sequer alcançar, dado que ele é tão remoto
que a sua interpretação produz autêntica vertigem.
Só com estudos mais profundos será possível alcançar o seu verdadeiro significado. Pode ser
que este apontamento tenha algum mérito, pelo facto de poder ser utilizado por alguém que
queira dedicar-se a estes apaixonantes estudos. Com isso já o autor ficaria satisfeito, por
ter contribuído para o conhecimento da Humanidade.
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