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Há poucos dias atrás, a minha prima Manela Saiago ligou-me para me oferecer uma notícia que, tal como a chamou, é um bombom:
Uma visita ao Sul de Angola inclui, se não por obrigação, sempre por devoção, o Deserto do
Namibe.
Desta vez, faziam parte do grupo de visitantes membros da sua família - lado materno (Farrica).
O grupo visitou a região norte, minha conhecida, do Deserto do Namibe: Bentiaba, antigo São
Nicolau.
Durante o passeio, comentou-se o facto de que se dizia que havia por ali uma pedra com pegadas
de dinossauros. Um dos visitantes, de regresso a Portugal, comentou com um amigo seu,
paleontólogo e colaborador do Museu da Lourinhã.
Perante o interesse manifestado, a Dra. Margarida Ventura (Farrica), Directora do ISPRA –
Instituto Superior Privado de Angola, no Lubango, Província da Huíla, deslocou-se novamente ao
local e fotografou-o. O especialista do Museu da Lourinhã, ao observar as fotografias,
confirmou que se tratavam efectivamente de pegadas de dinossauros.
Programou-se, então, uma nova visita a Bentiaba, de modo a fazer-se um reconhecimento mais
aprofundado da região. Comprovou-se que também lá estiveram presentes os dinossauros, em
números muito expressivos, de que são testemunha os inúmeros crânios localizados. Concluiu-se,
também, que se está somente perante a ponta do “iceberg”.
Estabelecidos os contactos a nível de Governos, garantiu-se a investigação desta tão importante
faceta da História de Angola.
A notícia que se reproduz abaixo dá-nos conta do que está sendo feito. Mais: porque as
primeiras investigações contaram com a colaboração do ISPRA, os acordos de colaboração
prestigiam aquela instituição, ministrando-se treinamento a alunos da mesma, a fim de que
possam colaborar e dar continuidade às pesquisas em Deserto do Namibe.
Para ler a notícia, clique em
“MUSEU DA LOURINHÃ DESCOBRE O PRIMEIRO DINOSSAURO DE ANGOLA”.
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