Recebi ontem do meu amigo Manuel João de Pimentel Texeira a mensagem electrónica que o seu servidor angolano, a neXus, distribuiu aos seus clientes:
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"Os mortos guiam os vivos!..." por Padre Ruela, in “Paulo Dias de Novais e a Fundação de Luanda – 350 anos depois...”, 2 de Dezembro de 1926 – Arquivo Histórico Ultramarino, Lisboa, Portugal. |
Apresentamos algumas fotografias que nos permitem ver Luanda em diversas fases da sua vida.
Actualmente, e após o restabelecimento da paz em Angola, a sua capital luta para recuperar-se do
“inchaço” de que foi vítima em tempos de guerra. E de todas as suas consequências. As
deficiências são muitas, as necessidades em igual número... ou mais!, e de todos conhecidas.
Dos que lá moram, dos que a visitam, dos que de longe acompanham a sua vida...
Dentre as fotografias actuais, apresentamos algumas da histórica Fortaleza de São Miguel Arcanjo,
de Loanda, obtidas por Karim Maamri, amigo de Manuel João de Pimentel Teixeira, numa visita à
fortaleza, em Março de 2004. Foi acompanhado pelo Curador do Património da mesma, hoje Museu
das Forças Armadas de Angola (FAA), o Sr. Nsiku Manuel Francisco (coronel reformado das FAA).
Essas fotografias evidenciam a degradação a que a fortaleza chegou! Sabemos, porém, que esse é
um dos locais que está a ser recuperado.
Nota: Entre as imagens apresentadas, há algumas que circulam na Internet, sem a indicação do(s) seu(s) proprietário(s). Consequentemente, não é possível citá-lo(s). Agradece-se que, caso o(s) mesmo(s) a(s) identifique(m), entre(m) em contacto com a webmistress através do meio posto à disposição na Página Principal.
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Axiluanda – Quer dizer ‘lançar as redes’, segundo o autor, que segue assim a
interpretação de Mr. Alves da Cunha, associando o termo à rede dos pescadores da ilha; no
entanto a pesca ‘à rede’ não é referida pelos missionários jesuítas que muito bem poderiam
fazê-lo nas suas vívidas descrições da indústria local após a sua chegada com Paulo Dias à
Luanda, em 1575. A palavra decompõe-se obviamente em a (“de”) e tyilwanda, a
palavra umbunda para ‘savana’, ou ‘planície sem vales’, e mais provavelmente referia-se aos
povos ‘de’ esta planície costeira da costa angolana, ou mesmo à superfície rasa da cúspide
arenosa a que se tem chamado, impropriamente, ‘ilha’.
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